És evocado...
A todos os segundos...
Em todos os sítios...
Porque nada existe sem tu lá teres estado...
E és tudo para mim, foste tudo comigo, vamos sendo na minha memória e no meu coração, sem nunca pararmos de sentir o que nos unia, ou o que nunca existiu.
Mas funcionou, ou talvez não, porque comigo não estás...
Vou-me questionando o que fomos... E cada vez mais me convenço que a duração de nada vale, o tempo é relativo...
Tudo é relativo, até mesmo nós...
Talvez me sejas relativo, consoante o meu estado de espírito...
Tanto és meu como pussuo outra coisa qualquer, sem te ter mais por um (curto) espaço de tempo)...
Vais e vens dentro de mim, qual barco que me fascina e me dá alento imaginariamente...
Esse alento enexistente vai-me segurando, embora mal... Segura-me sempre que digo que isto não mais será para mim....
Mas não, porque as coisas são nossas, como tu me fizeste ver...
São nossas da medida que queremos e vemos...
Tu acabas por ser meu, mesmo não sendo...
Eu, mesmo que não queiras e nem sequer nisso penses, serei eternamente tua...
O tempo é relativo, mas não perdoa...
Vai despedaçando cada lembrança nossa, desfazendo-a em mil pedaços, em mil cacos que já não mais se podem juntar, porque não podemos voltar atrás...
Tomo consciência disso e entristeço cada vez mais pela nossa distância, injustificada, mas com uma forte justificação...
Essa, que se põe entre nós e nos arruina, arruina o que ainda restava de nós, nem que fosse simplesmente uma amizade...
Vamo-nos largando e as nossas mãos virtuais até aqui unidas, dedo a dedo se vão soltando, num gesto confusamente voluntário e involuntário ao mesmo tempo...
Quem nos irá perceber?
Nem mesmo nós nos percebemos um ao outro...
Nem mesmo nós percebemos o nosso próprio eu...
A vida assim passa, escapando-nos por entre os dedos, e nós, qual tela de cinema, assistimos serenos e imóveis ao fim de tudo, ao fim do nosso mundo, que tanto nos custou a criar, mas que no fim nos fez voar...
Voa comigo, voa para longe de mim, voa sozinho se for assim a tua vontade...
Mas neste angústia não me deixes, que muito mais não sei suportar...
A todos os segundos...
Em todos os sítios...
Porque nada existe sem tu lá teres estado...
E és tudo para mim, foste tudo comigo, vamos sendo na minha memória e no meu coração, sem nunca pararmos de sentir o que nos unia, ou o que nunca existiu.
Mas funcionou, ou talvez não, porque comigo não estás...
Vou-me questionando o que fomos... E cada vez mais me convenço que a duração de nada vale, o tempo é relativo...
Tudo é relativo, até mesmo nós...
Talvez me sejas relativo, consoante o meu estado de espírito...
Tanto és meu como pussuo outra coisa qualquer, sem te ter mais por um (curto) espaço de tempo)...
Vais e vens dentro de mim, qual barco que me fascina e me dá alento imaginariamente...
Esse alento enexistente vai-me segurando, embora mal... Segura-me sempre que digo que isto não mais será para mim....
Mas não, porque as coisas são nossas, como tu me fizeste ver...
São nossas da medida que queremos e vemos...
Tu acabas por ser meu, mesmo não sendo...
Eu, mesmo que não queiras e nem sequer nisso penses, serei eternamente tua...
O tempo é relativo, mas não perdoa...
Vai despedaçando cada lembrança nossa, desfazendo-a em mil pedaços, em mil cacos que já não mais se podem juntar, porque não podemos voltar atrás...
Tomo consciência disso e entristeço cada vez mais pela nossa distância, injustificada, mas com uma forte justificação...
Essa, que se põe entre nós e nos arruina, arruina o que ainda restava de nós, nem que fosse simplesmente uma amizade...
Vamo-nos largando e as nossas mãos virtuais até aqui unidas, dedo a dedo se vão soltando, num gesto confusamente voluntário e involuntário ao mesmo tempo...
Quem nos irá perceber?
Nem mesmo nós nos percebemos um ao outro...
Nem mesmo nós percebemos o nosso próprio eu...
A vida assim passa, escapando-nos por entre os dedos, e nós, qual tela de cinema, assistimos serenos e imóveis ao fim de tudo, ao fim do nosso mundo, que tanto nos custou a criar, mas que no fim nos fez voar...
Voa comigo, voa para longe de mim, voa sozinho se for assim a tua vontade...
Mas neste angústia não me deixes, que muito mais não sei suportar...
(G. Klimt - Serpentes de água I 1904-1907)*************************************************
First of all must go
Your scent upon my pillow
And then i'll say goodbye
To your whispers in my dreams
And then our lips will part
In my mind and in my heart
Cos your kiss
Went deeper than my skin
Piece by piece
Is how i'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time
First of all must fly
My dreams of you and i
There's no point of holding on to those
And then our ties will break
For your and my own sake
Just remember
This is what you chose
Piece by piece
Is how i'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time
I'll shed like skin
Our memories of lazy days
And fade away the shadow of your face
Piece by piece
Is how i'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time
Piece by piece
Is how i'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time
One at a time
One at a time
(Piece by piece - Katie Melua)
http://www.youtube.com/watch?v=giBhghjTzwE
*************************************************
First of all must go
Your scent upon my pillow
And then i'll say goodbye
To your whispers in my dreams
And then our lips will part
In my mind and in my heart
Cos your kiss
Went deeper than my skin
Piece by piece
Is how i'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time
First of all must fly
My dreams of you and i
There's no point of holding on to those
And then our ties will break
For your and my own sake
Just remember
This is what you chose
Piece by piece
Is how i'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time
I'll shed like skin
Our memories of lazy days
And fade away the shadow of your face
Piece by piece
Is how i'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time
Piece by piece
Is how i'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time
One at a time
One at a time
(Piece by piece - Katie Melua)
http://www.youtube.com/watch?v=giBhghjTzwE
*************************************************

(G. Klimt - O Beijo 1907-1908)
*(...para o voador...)


1 comentário:
E cá a temos... de novo às postagens, ou melhor, às sempre maravilhosas postagens... sempre repletas de emoções!! FANTÁSTICAS!! Tu tens mesmo jeito para isto, violoncelista!! beijinhos.
Enviar um comentário